ACOLHER A DOR DO OUTRO É DEMONSTRAÇÃO DE AMOR | QUEM AMA NÃO ESQUECE 15/05/2026
, 19 maio 2026
A Tanara conheceu o Tiago através de uma amiga em comum e, depois de anos, os dois acabaram se aproximando de verdade. Mesmo com muitas diferenças na convivência, eles construíram uma relação baseada em acolhimento, paciência e amor. Depois do nascimento do Levi, alguns sinais começaram a chamar atenção e, durante as avaliações do filho, Tanara percebeu muitas semelhanças em si mesma. Sensibilidades, crises, intensidade e dificuldades que ela nunca tinha entendido começaram a fazer sentido. O que começou como uma busca por respostas para o filho acabou levando ao próprio diagnóstico de autismo grau 1. Pela primeira vez, ela sentiu alívio ao entender que não existia “algo errado” com ela. Com o diagnóstico, a família aprendeu a respeitar limites, adaptar a rotina e enxergar as necessidades uns dos outros com mais leveza. Depois de um aborto espontâneo muito doloroso, eles viveram a chegada do bebê arco-íris, Lian. Hoje, Tanara entende que o diagnóstico não foi uma sentença, mas um caminho de compreensão, acolhimento e transformação para toda a família.

