Nubank Parque recebe Jorge Ben Jor após 8 anos e alcança marca de 9 milhões de pessoas em shows

Escrito em 14/10/2026
Erica Costa - Música 360


Arena atinge número na volta do cantor e é palco de apresentações de lendas da música brasileira

 


O Nubank Parque alcançará, neste sábado (17), a marca de 9 milhões de pessoas em shows com a apresentação de Jorge Ben Jor, um dos maiores nomes da MPB. Após quase oito anos, a arena voltará a receber o cantor, compositor e guitarrista para mais um capítulo da relação do espaço com artistas que atravessam gerações e seguem mobilizando grandes públicos.

A apresentação amplia a escala da última passagem de Jorge Ben Jor pelo Nubank Parque, em novembro de 2018, durante a turnê “Salve Simpatia”, quando o artista se apresentou no formato hall. Agora, o repertório que reúne clássicos de diferentes épocas chega à dimensão de um espetáculo de arena, em uma trajetória que evidencia a força duradoura de sua obra junto ao público brasileiro.

 

O show também se insere em um movimento presente na programação recente do Nubank Parque: a valorização de grandes nomes da música brasileira, artistas com décadas de carreira e influência consolidada que continuam atraindo multidões. Ao longo dos últimos anos, a arena recebeu apresentações de ícones como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Maria Bethânia e Djavan, além do trio formado por Zeca Pagodinho, Alcione e Jorge Aragão, n’O Maior Encontro do Samba, cuja terceira data acontece em 31 de outubro.

Mais do que receber grandes espetáculos, o Nubank Parque se consolida como palco para artistas cuja relevância ultrapassa gerações. A presença desses nomes na programação demonstra como obras construídas ao longo de décadas seguem capazes de ocupar grandes espaços e mobilizar públicos expressivos, reafirmando o papel da arena na conexão entre artistas consagrados e plateias contemporâneas.

 

Com mais de seis décadas de carreira, Jorge Ben Jor construiu uma sonoridade singular ao combinar samba, funk, rock, soul e elementos da cultura afro-brasileira. Sua trajetória fonográfica começou em 1963, com “Samba Esquema Novo”, álbum que apresentou ao público uma nova abordagem do gênero e trouxe clássicos como “Mas, Que Nada” e “Chove Chuva”.

Ao longo das décadas, o artista desenvolveu essa mistura de referências em trabalhos como “Força Bruta” (1970), “A Tábua de Esmeralda” (1974) e “África Brasil” (1976). Sucessos como “País Tropical”, “Taj Mahal” e “Ponta de Lança Africano (Umbabarauma)” consolidaram sua presença na cultura brasileira e influenciaram artistas de diferentes estilos e gerações.

 

Fotos: Divulgação

Fonte: Assessoria de Imprensa


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